SENHOR,
fazei de mim o instrumento
do golpe na Constituição
para garantir mais uma reeleição...
onde houver mutreta...que eu mostre a maleta;
onde houver gorjeta...que seja minha teta...
que eu tenha dor na munheca de tanto encher a cueca;
em cada licitação...que alguém molhe a minha mão
e que no meu endereço... vença o meu preço;
onde houver crachá... que não falte o jabá...
onde houver ócio....que eu feche o negócio;
onde houver propina, que reservem o da vila campesina
mas sem esquecer do MST, das ONGs e do PT...
onde houver colarinho branco....
que dobre o lucro do banco;
onde houver esquema...cuidado com o telefonema;
e quando tocar o sino...chamem o Genoíno;
se mexerem no meu...que venha o Zé Dirceu
e, se a proposta for chula, lembrai do custo do Lula.
Ó Mestre,
que eu tenha poder para corromper e ser corrompido...
porque é sonegando que se é promovido
e mentindo que se vai subindo...
pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação,
o índio passa o facão, o sem terra faz a invasão,
a base aliada entra na negociação
e a gente mete a mão...
E que a pizza seja feita pela vossa vontade
enquanto a grana da publicidade
levar o povo a aceitar nossa desonestidade
como se fosse genialidade...
AMÉM !
Sábado, 4 de Julho de 2009
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Será que agora a casa vai cair?
E eis que, depois de tudo e sendo que já não faltava nada, surge uma casa, no valor de R$ 4 milhões, não declarada por José Sarney ao Fisco.
É claro, foi um descuido do contador, que será imediatamente sanado...
Será que agora a casa vai cair?
É claro, foi um descuido do contador, que será imediatamente sanado...
Será que agora a casa vai cair?
Obrigado, PT
Obrigado PT, por manter a coerência que tem marcado seu procedimento desde que chegou ao poder e apoiar a permanência de José Sarney no comando do Senado - sem você, PT, o que seria do patriarca?
FAB diz que avisou controle de Dacar
Da Agência Brasil:
A Força Aérea Brasileira (FAB) negou que não tenha avisado o controle aéreo de Dacar, no Senegal, sobre a saída do voo 447 da Air France do espaço aéreo brasileiro. A informação havia sido divulgada ontem (2) pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês) da França.
Por meio de nota, a Aeronáutica esclareceu que às 22h33 de 30 de maio a tripulação do Airbus A330 que caiu no Oceano Atlântico fez o último contato, via rádio, com o órgão de controle de tráfego aéreo brasileiro, informando a hora estimada em que sobrevoaria as próximas posições previstas na rota.
“Imediatamente, o órgão de controle brasileiro informou ao Centro de Controle de Dacar que o AF 447 estaria na posição virtual Tasil às 23h20, haja vista que, a partir dessa posição, caberia a Dacar o controle sobre a movimentação dessa aeronave rumo à França”, afirma o comunicado, acrescentando que o Centro de Controle de Dacar chegou a confirmar o recebimento da informação.
A FAB destacou ainda que um acordo operacional entre Brasil e Senegal prevê que, se uma aeronave entra no espaço aéreo de Dacar no horário previsto ou até três minutos depois, não é necessário fazer a comunicação para formalizar a transferência.
“Por se tratar de uma região onde o controle de tráfego aéreo é realizado essencialmente por comunicação, caberia ao Centro de Controle de Dacar conferir o ingresso da aeronave no seu espaço aéreo, às 23h20, e alertar sobre eventuais problemas como, por exemplo, a impossibilidade de contato rádio com o AFR 447”, concluiu a nota.
A Força Aérea Brasileira (FAB) negou que não tenha avisado o controle aéreo de Dacar, no Senegal, sobre a saída do voo 447 da Air France do espaço aéreo brasileiro. A informação havia sido divulgada ontem (2) pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês) da França.
Por meio de nota, a Aeronáutica esclareceu que às 22h33 de 30 de maio a tripulação do Airbus A330 que caiu no Oceano Atlântico fez o último contato, via rádio, com o órgão de controle de tráfego aéreo brasileiro, informando a hora estimada em que sobrevoaria as próximas posições previstas na rota.
“Imediatamente, o órgão de controle brasileiro informou ao Centro de Controle de Dacar que o AF 447 estaria na posição virtual Tasil às 23h20, haja vista que, a partir dessa posição, caberia a Dacar o controle sobre a movimentação dessa aeronave rumo à França”, afirma o comunicado, acrescentando que o Centro de Controle de Dacar chegou a confirmar o recebimento da informação.
A FAB destacou ainda que um acordo operacional entre Brasil e Senegal prevê que, se uma aeronave entra no espaço aéreo de Dacar no horário previsto ou até três minutos depois, não é necessário fazer a comunicação para formalizar a transferência.
“Por se tratar de uma região onde o controle de tráfego aéreo é realizado essencialmente por comunicação, caberia ao Centro de Controle de Dacar conferir o ingresso da aeronave no seu espaço aéreo, às 23h20, e alertar sobre eventuais problemas como, por exemplo, a impossibilidade de contato rádio com o AFR 447”, concluiu a nota.
Ucayali se liga ao Juruá só após a queda de barreiras

MONTEZUMA CRUZ
Da Agência Amazônia
(íntegra em http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?view=article&id=309%3Aucayali-se-liga-ao-jurua-so-apos-a-queda-de-barreiras&option=com_content&Itemid=316)
PUCALLPA, Amazônia Peruana – Na terra e no ar, a festejada integração Juruá-Ucayali depende unicamente de acordos regionais com respaldo de Lima e Brasília. Nos próximos 60 dias, políticos e empresários do Estado do Acre e do Departamento (Estado) de Ucayali querem que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) brasileira recupere a condição internacional do Aeroporto de Cruzeiro do Sul. "Se as cargas são importantes, o turismo é mais ainda", resumiu o secretário de esportes, turismo e lazer do Acre, Cassiano Marques de Oliveira.
Um grupo de trabalho está encarregado de eliminar gargalos nos vôos de passageiros e de cargas, mas isso depende diretamente da alteração de leis no Congresso Nacional. O diretor geral de Aviação do Peru, Fernando Monly Hada, lembrou que há dez anos delegações aeronáuticas haviam cobrado essa decisão, no entanto, persistem as dificuldades.
Se já funciona uma linha de ônibus-leito entre Rio Branco-Assis Brasil-Iñapari-Puerto Maldonado (capital do Departamento de Madre de Dios), as taxas de embarque preocupam: Cruzeiro (73,9 mil habitantes) cobra R$ 25 de quem viaja para Pucallpa, enquanto nesta cidade, o passageiro com destino ao Acre pagará 12 dólares. Mais: o real não é aceito no câmbio regional, onde circulam apenas novos soles (moeda peruana) e dólar norte-americano.
Na semana passada, o assunto dominante em Pucallpa (310 mil habitantes) foi a união comercial entre as regiões fronteiriças, buscada sucessivas vezes desde o início do século passado. De 23 a 25, uma delegação acreana participou do Encontro pela abertura da fronteira comercial de Ucayali com o Vale do Juruá, a partir de Cruzeiro do Sul, a 220 quilômetros daqui. O vôo entre as duas regiões demora apenas 25 minutos.
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Um relatório devastador
A informação, da Agência Reuter, lança uma acusação gravíssima sobre os controladores de voo brasileiros, que já carregam nas costas parte da culpa pela que da Airbus da TAM sobre a Amazônia:
O controle aéreo do Senegal não foi informado sobre o plano de voo do Airbus A330 que fazia o voo 447 da Air France e caiu no Oceano Atlântico no dia 31 de maio. A informação foi dada durante entrevista coletiva por Alain Bouillard, do Escritório de Investigações e Análises sobre a Aviação Civil (BEA), e responsável pelas investigações sobre o acidente que deixou 228 mortos.
Os controladores brasileiros deveriam ter passado o plano de voo para o centro de controle do Senegal, em Dakar. No entanto, os senegaleses não receberam o plano de voo do Airbus. Os pilotos do avião tentaram entrar em contato três vezes com os controladores do país, mas não receberam respostas.
"Isto não é normal", declarou Bouillard. O chefe das investigações também informou durante coletiva de imprensa que há investigações para apurar porquê apenas seis horas após o avião desaparecer foi declarada emergência. A demora pode ter dificultado as buscas às vítimas e aos destroços do Airbus.
O controle aéreo do Senegal não foi informado sobre o plano de voo do Airbus A330 que fazia o voo 447 da Air France e caiu no Oceano Atlântico no dia 31 de maio. A informação foi dada durante entrevista coletiva por Alain Bouillard, do Escritório de Investigações e Análises sobre a Aviação Civil (BEA), e responsável pelas investigações sobre o acidente que deixou 228 mortos.
Os controladores brasileiros deveriam ter passado o plano de voo para o centro de controle do Senegal, em Dakar. No entanto, os senegaleses não receberam o plano de voo do Airbus. Os pilotos do avião tentaram entrar em contato três vezes com os controladores do país, mas não receberam respostas.
"Isto não é normal", declarou Bouillard. O chefe das investigações também informou durante coletiva de imprensa que há investigações para apurar porquê apenas seis horas após o avião desaparecer foi declarada emergência. A demora pode ter dificultado as buscas às vítimas e aos destroços do Airbus.
Ex-assessor confirma que recebia da Assembleia para fazer programa de TV para Barbosa Neto
Do "Jornal de Londrina" de hoje:
O jornalista João Carlos Gimenes admitiu que também produzia reportagens para o programa Barbosa Neto Show, quando exerceu o cargo de assessor parlamentar do atual prefeito de Londrina na Assembleia Legislativa. Gimenes é uma das dez testemunhas ouvidas pelo Ministério Público (MP) no inquérito civil que apura supostas irregularidades na contratação de assessores pelo ex-deputado. Barbosa representou Londrina na Assembleia de 2003 a 2006.
O jornalista disse aos promotores ter trabalhado nove meses como assessor parlamentar de Barbosa. Ele afirmou que, além do trabalho de assessoria de imagem do então deputado, produzia reportagens para o programa televisivo que Barbosa mantinha em rede nacional. O depoimento prestado por Gimenes, no dia 23, foi liberado ontem pelo MP, junto com os outros nove.
O ponto de partida da investigação é uma denúncia levada ao MP em 2003, por Aguinaldo Rosa, que coordenou campanhas de Barbosa. Em depoimento prestado em abril de 2003, Rosa afirma que funcionários que trabalhavam no programa Barbosa Neto Show eram assessores parlamentares do então deputado, remunerados pela Assembleia.
Gimenes afirma que Denise Guimarães, na época coordenadora do programa Barbosa Neto Show, também era assessora parlamentar do deputado, mas não soube explicar se “ao assumir a coordenação do programa de televisão, ela continuou recebendo por esses trabalhos por intermédio da AL”.
(a íntegra contém o disparate cabeludo de apontar que o ex-chefe de gabinete de Barbosa não sabia onde ficava o escritório político dele em Londrina. Íntegra em http://portal.rpc.com.br/jl/online/conteudo.phtml?tl=1&id=901538&tit=Ex-assessor-admite-trabalho-particular)
O jornalista João Carlos Gimenes admitiu que também produzia reportagens para o programa Barbosa Neto Show, quando exerceu o cargo de assessor parlamentar do atual prefeito de Londrina na Assembleia Legislativa. Gimenes é uma das dez testemunhas ouvidas pelo Ministério Público (MP) no inquérito civil que apura supostas irregularidades na contratação de assessores pelo ex-deputado. Barbosa representou Londrina na Assembleia de 2003 a 2006.
O jornalista disse aos promotores ter trabalhado nove meses como assessor parlamentar de Barbosa. Ele afirmou que, além do trabalho de assessoria de imagem do então deputado, produzia reportagens para o programa televisivo que Barbosa mantinha em rede nacional. O depoimento prestado por Gimenes, no dia 23, foi liberado ontem pelo MP, junto com os outros nove.
O ponto de partida da investigação é uma denúncia levada ao MP em 2003, por Aguinaldo Rosa, que coordenou campanhas de Barbosa. Em depoimento prestado em abril de 2003, Rosa afirma que funcionários que trabalhavam no programa Barbosa Neto Show eram assessores parlamentares do então deputado, remunerados pela Assembleia.
Gimenes afirma que Denise Guimarães, na época coordenadora do programa Barbosa Neto Show, também era assessora parlamentar do deputado, mas não soube explicar se “ao assumir a coordenação do programa de televisão, ela continuou recebendo por esses trabalhos por intermédio da AL”.
(a íntegra contém o disparate cabeludo de apontar que o ex-chefe de gabinete de Barbosa não sabia onde ficava o escritório político dele em Londrina. Íntegra em http://portal.rpc.com.br/jl/online/conteudo.phtml?tl=1&id=901538&tit=Ex-assessor-admite-trabalho-particular)
O "amigo e irmão" de Lula
O discurso do presidente Lula no encontro promovido em Sirte, Líbia, pelo ditador Muamar Khadafi foi um tratado sobre surrados jargões de esquerda sobre os países ricos x países pobres. Mas estava bem enchavado.
A fala do presidente aos jornalsitas, de improviso, naturalmente, acrescenta mais terra sobre o sarcófago que embala o que restou do antigo democrata pelo que um dia se fez passar Lula da Silva.
Chamar Khadafi de "amigo e irmão", tudo bem, ninguém é culpado de ter a mãe que tem, mas classificá-lo de "líder" equivale a endossar a tirania que marca os 40 anos de seu regime ditatorial e vitalício.
Com que moral, ao mesmo tempo em que endossa o governo de Khadafi, Lula pode se associar ao clamor internacional contra o golpe de Estado em Honduras?
Mais uma máscara do senhor presidente que cai...
A fala do presidente aos jornalsitas, de improviso, naturalmente, acrescenta mais terra sobre o sarcófago que embala o que restou do antigo democrata pelo que um dia se fez passar Lula da Silva.
Chamar Khadafi de "amigo e irmão", tudo bem, ninguém é culpado de ter a mãe que tem, mas classificá-lo de "líder" equivale a endossar a tirania que marca os 40 anos de seu regime ditatorial e vitalício.
Com que moral, ao mesmo tempo em que endossa o governo de Khadafi, Lula pode se associar ao clamor internacional contra o golpe de Estado em Honduras?
Mais uma máscara do senhor presidente que cai...
Manobra diversionista
Aproventidando-se do fogo cruzado sobre o presidente do Senado, José Sarney, o Conselho de Ética da Câmara rejeitou o pedido de cassação do deputado Edmar Moreira, aquele dono de um castelo não declarado do Fisco.
E assim caminha a desumanidade do Congresso: nada melhor do que um novo escândalo para abafar um velho escândalo.
E assim caminha a desumanidade do Congresso: nada melhor do que um novo escândalo para abafar um velho escândalo.
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
A vergonha do Joãozinho
A professora pergunta na sala de aula:
- Pedrinho qual a profissão de seu pai?
- Advogado, professora.
- E a do seu pai, Marianinha?
- Engenheiro.
- E o seu,
Aninha?
- Ele é médico
-E o seu pai, Joãozinho, o que faz?
-Ele... Ele é dançarino numa boate gay!
- Como assim? (pergunta a professora, surpresa)
- Fessora, ele dança na boate vestido de mulher, com uma tanguinha minúscula de
lantejoulas, os homens passam a mão nele e poem dinheiro no elástico da tanguinha e depois saem
para fazer programa com ele.
A professora rapidamente dispensou toda a classe, menos Joãozinho *
Ela caminha até o garoto e novamente pergunta:
- Menino, o seu pai realmente faz isso?
- Não, fessora. Agora que a sala ta vazia, eu posso falar!
Ele é Deputado Federal...... Mas dá uma vergonha falar isso na frente dos outros!!!
(Piada enviada por Camilo Musetti)
- Pedrinho qual a profissão de seu pai?
- Advogado, professora.
- E a do seu pai, Marianinha?
- Engenheiro.
- E o seu,
Aninha?
- Ele é médico
-E o seu pai, Joãozinho, o que faz?
-Ele... Ele é dançarino numa boate gay!
- Como assim? (pergunta a professora, surpresa)
- Fessora, ele dança na boate vestido de mulher, com uma tanguinha minúscula de
lantejoulas, os homens passam a mão nele e poem dinheiro no elástico da tanguinha e depois saem
para fazer programa com ele.
A professora rapidamente dispensou toda a classe, menos Joãozinho *
Ela caminha até o garoto e novamente pergunta:
- Menino, o seu pai realmente faz isso?
- Não, fessora. Agora que a sala ta vazia, eu posso falar!
Ele é Deputado Federal...... Mas dá uma vergonha falar isso na frente dos outros!!!
(Piada enviada por Camilo Musetti)
Aplauso para a Justiça Federal
O técnico previdenciário do INSS de Campo Mourão Euzébio Eliasdos Santos foi afastado do cargo pela Justiça Federal. Santos foidenunciado pelo Ministério Público Federal por práticas de fraude naconcessão de benefícios de aposentadoria. Seus bens também forambloqueados pela Justiça, para ressarcimento dos cofres públicos. Além deSantos, os bens de outras duas pessoas foram bloqueados.
Muito bom. Aplauso para Justiça Federal. Se o princípio valesse para o Congresso, quantos deputados e senadores teriam de ser afastados do cargo por prática similar ou ainda pior?
Muito bom. Aplauso para Justiça Federal. Se o princípio valesse para o Congresso, quantos deputados e senadores teriam de ser afastados do cargo por prática similar ou ainda pior?
A solidão do patriarca
A solidão de José Sarney, o patriarca do Maranhão, pródigo em acolher sua família bem-posta em cargos e cabides financiados com dinheiro público, aumentou com o pedido de seu afastamento feito pelo DEM, PSDB e PDT.
Ele ainda não está só, porque quem de fato manda neste país, o PMDB e o PT do presidente Lula da Silva, mas só conseguirá ficar no cargo se os que pedem publicamente sua saída aceitarem negociar às escondidas com ele.
Lula se manterá ao lado deste "homem incomum" até o fim porque se Sarney sair quem assumirá o Senado será Marconi Perrillo, do PSDB. Um tucano no comando do Senado? Que caia a Casa do Senado para preservar o Palácio do Planalto!
Ele ainda não está só, porque quem de fato manda neste país, o PMDB e o PT do presidente Lula da Silva, mas só conseguirá ficar no cargo se os que pedem publicamente sua saída aceitarem negociar às escondidas com ele.
Lula se manterá ao lado deste "homem incomum" até o fim porque se Sarney sair quem assumirá o Senado será Marconi Perrillo, do PSDB. Um tucano no comando do Senado? Que caia a Casa do Senado para preservar o Palácio do Planalto!
A derrota do casal Kirchner
Editorial de hoje do "Estadão":
Foi a soberba, em última análise, a causa de fundo da fragorosa derrota sofrida pela presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e o seu marido Néstor, que a antecedeu na Casa Rosada, nas eleições legislativas para o preenchimento de metade das cadeiras da Câmara dos Deputados e de 1/3 do Senado. Começando pelo fim, a soberba - sob a forma de crença na própria popularidade que contrariava todas as evidências - levou o ex-presidente a encabeçar a chapa governista para a Câmara na Província de Buenos Aires, o maior distrito eleitoral do país. Com isso, ele transformou o que poderia ser apenas uma disputa rotineira numa consulta plebiscitária sobre a era Kirchner e numa prévia da sucessão presidencial de 2011.
A presidente fez o primeiro movimento nesse sentido quando decidiu antecipar em quatro meses o pleito marcado para outubro. (O calendário eleitoral argentino parece flutuar de acordo com a conjuntura.) Guiada pela soberba, Cristina subestimou a fadiga real e presente da maioria dos concidadãos com o seu governo, imaginando que o gambito não só privaria as oposições do tempo necessário para se organizar, como ainda a pouparia de um encontro com o eleitorado em meio a uma recessão já aprofundada. Deu no que deu. Uma Argentina cética e desiludida, antes inquieta com a gripe suína do que com um Parlamento a se instalar só em dezembro e deliberar só a partir de março de 2010, respondeu com a menor taxa de comparecimento às urnas desde 2001, da ordem de 60%.
Mas os votantes que não se abstiveram deixaram claro por que: deram às oposições 7 em cada 10 votos validados. Cristina tentou tapar o sol com peneira, com o risível argumento de que a sua coligação Frente pela Vitória recebeu 31% dos sufrágios, ante os 29% obtidos pelo bloco oposicionista Acordo Cívico e Social, o segundo mais votado. A verdade crua, porém, é que pela primeira vez a facção peronista no poder deixou de ter maioria no Legislativo. Na Câmara, 16 cadeiras mudaram de lado, dando às oposições e aos chamados "neutros" um total de 151 lugares, ante 99 da aliança comandada pelo Partido Justicialista. No Senado, as 2 perdas governistas e os 14 ganhos dos partidos de oposição e dos neutros resultaram em um empate na casa de 36.
Os Kirchners foram batidos na capital, na província portenha (onde a lista do ex-presidente não conquistou nem sequer 1/3 dos votos), em Córdoba, Santa Fé, Mendoza e ainda em Santa Cruz, feudo político da família desde 1991. Doze anos depois, quando Néstor se elegeu na esteira do colapso econômico, moral e político sofrido pelo país na virada do século, achou que poderia impunemente fazer da pior maneira o que a situação impunha - e reestruturou a dívida nacional sem deixar ao menos uma fresta aberta para uma nova renegociação mais adiante. O maior calote soberano da história foi também a primeira marca da truculência que os argentinos se acostumariam a associar ao estilo Kirchner. No início, a sorte esteve de seu lado: o país se estabilizou e as suas exportações para um mundo aquecido garantiram seis anos de robusto crescimento econômico (acima de 8% em média).
Em 2007, elegeu Cristina sua sucessora com 45% dos votos e assumiu para todos os efeitos a gestão econômica do novo governo. Com a soberba correndo solta, tudo lhes parecia permissível: o autoritarismo, a gastança sem lastro, os subsídios populistas, a promoção do capitalismo de compadrio, a aposta cega nos petrodólares de Hugo Chávez, a corrupção florescente, a hostilidade à imprensa, a manipulação deslavada dos indicadores econômicos nacionais, acobertando a inflação e o desemprego em alta e o produto em baixa - e o monumental equívoco de elevar a níveis extorsivos os impostos sobre a atividade rural. Supondo lidar ainda com os arcaicos e desprezados dueños de las vacas, Cristina foi atropelada pela mobilização de um setor moderno e apoiado pelas classes médias urbanas. Perdeu a queda de braço e mergulhou em queda livre.
Ao despencar, fraturou o peronismo, deixando o Partido Justicialista numa crise endógena que a mera renúncia de Néstor Kirchner à sua presidência nem de longe aplacará. A correlação interna de forças resultante da eleição de domingo possivelmente prenunciará o ocaso do kirchnerismo, obrigando a presidente se arrastar até o fim do mandato - se é que não seja abreviado.
Foi a soberba, em última análise, a causa de fundo da fragorosa derrota sofrida pela presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e o seu marido Néstor, que a antecedeu na Casa Rosada, nas eleições legislativas para o preenchimento de metade das cadeiras da Câmara dos Deputados e de 1/3 do Senado. Começando pelo fim, a soberba - sob a forma de crença na própria popularidade que contrariava todas as evidências - levou o ex-presidente a encabeçar a chapa governista para a Câmara na Província de Buenos Aires, o maior distrito eleitoral do país. Com isso, ele transformou o que poderia ser apenas uma disputa rotineira numa consulta plebiscitária sobre a era Kirchner e numa prévia da sucessão presidencial de 2011.
A presidente fez o primeiro movimento nesse sentido quando decidiu antecipar em quatro meses o pleito marcado para outubro. (O calendário eleitoral argentino parece flutuar de acordo com a conjuntura.) Guiada pela soberba, Cristina subestimou a fadiga real e presente da maioria dos concidadãos com o seu governo, imaginando que o gambito não só privaria as oposições do tempo necessário para se organizar, como ainda a pouparia de um encontro com o eleitorado em meio a uma recessão já aprofundada. Deu no que deu. Uma Argentina cética e desiludida, antes inquieta com a gripe suína do que com um Parlamento a se instalar só em dezembro e deliberar só a partir de março de 2010, respondeu com a menor taxa de comparecimento às urnas desde 2001, da ordem de 60%.
Mas os votantes que não se abstiveram deixaram claro por que: deram às oposições 7 em cada 10 votos validados. Cristina tentou tapar o sol com peneira, com o risível argumento de que a sua coligação Frente pela Vitória recebeu 31% dos sufrágios, ante os 29% obtidos pelo bloco oposicionista Acordo Cívico e Social, o segundo mais votado. A verdade crua, porém, é que pela primeira vez a facção peronista no poder deixou de ter maioria no Legislativo. Na Câmara, 16 cadeiras mudaram de lado, dando às oposições e aos chamados "neutros" um total de 151 lugares, ante 99 da aliança comandada pelo Partido Justicialista. No Senado, as 2 perdas governistas e os 14 ganhos dos partidos de oposição e dos neutros resultaram em um empate na casa de 36.
Os Kirchners foram batidos na capital, na província portenha (onde a lista do ex-presidente não conquistou nem sequer 1/3 dos votos), em Córdoba, Santa Fé, Mendoza e ainda em Santa Cruz, feudo político da família desde 1991. Doze anos depois, quando Néstor se elegeu na esteira do colapso econômico, moral e político sofrido pelo país na virada do século, achou que poderia impunemente fazer da pior maneira o que a situação impunha - e reestruturou a dívida nacional sem deixar ao menos uma fresta aberta para uma nova renegociação mais adiante. O maior calote soberano da história foi também a primeira marca da truculência que os argentinos se acostumariam a associar ao estilo Kirchner. No início, a sorte esteve de seu lado: o país se estabilizou e as suas exportações para um mundo aquecido garantiram seis anos de robusto crescimento econômico (acima de 8% em média).
Em 2007, elegeu Cristina sua sucessora com 45% dos votos e assumiu para todos os efeitos a gestão econômica do novo governo. Com a soberba correndo solta, tudo lhes parecia permissível: o autoritarismo, a gastança sem lastro, os subsídios populistas, a promoção do capitalismo de compadrio, a aposta cega nos petrodólares de Hugo Chávez, a corrupção florescente, a hostilidade à imprensa, a manipulação deslavada dos indicadores econômicos nacionais, acobertando a inflação e o desemprego em alta e o produto em baixa - e o monumental equívoco de elevar a níveis extorsivos os impostos sobre a atividade rural. Supondo lidar ainda com os arcaicos e desprezados dueños de las vacas, Cristina foi atropelada pela mobilização de um setor moderno e apoiado pelas classes médias urbanas. Perdeu a queda de braço e mergulhou em queda livre.
Ao despencar, fraturou o peronismo, deixando o Partido Justicialista numa crise endógena que a mera renúncia de Néstor Kirchner à sua presidência nem de longe aplacará. A correlação interna de forças resultante da eleição de domingo possivelmente prenunciará o ocaso do kirchnerismo, obrigando a presidente se arrastar até o fim do mandato - se é que não seja abreviado.
O cúmulo da afronta
Terça-feira, 30 de Junho de 2009
Ambulantes caras-de-pau
Ambulantes de Londrina dizem ter formado uma ONG e que essa ONG teria o apoio da CMTU - órgão municipal responsável pelas vias públicas, entre outras atribuições - para legalizar sua permanência nas calçadas. Eles teriam, assim, barracas padronizadas e locais determinados.
Um líder da tal ONG diz que a legalização impediria que outros ambulantes continuassem atravancando as calças do centro, onde eles atuam hoje.
Ora, ora, carambola: não foi esse o argumento utilizado pelo ex-prefeito Nedson Micheleti (requiescat in pace) para criar o camelódromo: dar ao ambulantes um local digno de trabalho (embora londe da dignidade fiscal, pois são todos muambeiros - ou quase todos, vá lá), tirando-os das ruas e, assim, criado um pretexto para impedir que continuassem sob o sol e a chuva?
Se a Prefeitura endossar a proposta, estará avalizando um disparate e um crime!
Um líder da tal ONG diz que a legalização impediria que outros ambulantes continuassem atravancando as calças do centro, onde eles atuam hoje.
Ora, ora, carambola: não foi esse o argumento utilizado pelo ex-prefeito Nedson Micheleti (requiescat in pace) para criar o camelódromo: dar ao ambulantes um local digno de trabalho (embora londe da dignidade fiscal, pois são todos muambeiros - ou quase todos, vá lá), tirando-os das ruas e, assim, criado um pretexto para impedir que continuassem sob o sol e a chuva?
Se a Prefeitura endossar a proposta, estará avalizando um disparate e um crime!
Lágrimas de crocodilo para mr. Harvard
Verto lágrimas de crocodilo nesta data histórica: mr. Mangabeira Unger despede-se do governo, dois anos depois de ter assumido a Secretaria de Assuntos de Longo Prazo (Sealopra), tão inútil para o país quanto seu titular, que propôs - eureka! - a solução mágica para acabar de vez com a seca do Nordeste: a construção de um aqueduto a partir do Rio Amazonas!
Repito: eureka! eureka! eureka! Mais uma vez: eureka!
Já vai tarde, mr. Unger. Harvard, a universidade que o notabilizou, não sentiu sua falta nesses dois anos, mas o senhor sentirá muita falta dela se não acatar a determinação de voltar- por isso está voltando. Se descumprir a ordem, perderá todos os benefícios acumulados ao longo de uma carreira de 37 anos.
O senhor é um gênio, se não não estaria em Harvard, mas um pulha moral. Aceitou uma secretaria com status de ministério pouco depois de assinar artigo em jornal classificando o governo Lula de "o mais corrupto de nossa história moral". E, uma vez de volta aos States, dividirá sua cátedra com a elaboração do plano de governo de Dilma Rousseff, a pretendente a continuar esse governo "corrupto"
Good bye, mr. Harvard. O senhor e o governo a que serviu se merecem.
Repito: eureka! eureka! eureka! Mais uma vez: eureka!
Já vai tarde, mr. Unger. Harvard, a universidade que o notabilizou, não sentiu sua falta nesses dois anos, mas o senhor sentirá muita falta dela se não acatar a determinação de voltar- por isso está voltando. Se descumprir a ordem, perderá todos os benefícios acumulados ao longo de uma carreira de 37 anos.
O senhor é um gênio, se não não estaria em Harvard, mas um pulha moral. Aceitou uma secretaria com status de ministério pouco depois de assinar artigo em jornal classificando o governo Lula de "o mais corrupto de nossa história moral". E, uma vez de volta aos States, dividirá sua cátedra com a elaboração do plano de governo de Dilma Rousseff, a pretendente a continuar esse governo "corrupto"
Good bye, mr. Harvard. O senhor e o governo a que serviu se merecem.
A internet e suas imagens vertiginosas


Preste anteção nessas imagens: elas circulam na internet como sendo feitas durante o processo de queda do Airbus da AirFance que caiu sobre o Atlântico um mês atrás.
São atribuídas a um "actor brasileiro", Paulo Muller, que "deixa duas filhas e um relacionamento recente" (pelo "actor", vê-se a nacionalidade do autor do e-mail).
São fotos impressionantes e mostram, segundo o autor do e-mail, o momento em que a fuselagem de causa do Airbus se solta - no fundo vê-se a cauda se desprendendo - e no quadro seguinte um dos passageiros segundo sugado.
Analisemos as fotos:
1. O céu está claro e permite ver nuvens ao fundo
2. Os passageiros estão com as máscaras de oxigênio
3. O autor da foto estava voltado para trás, na mesma altura que os demais passageiros (presume-se que sentado, portanto).
O que há de errado nelas? Acompanhe:
1. Como o céu poderia estar claro se o acidente ocorreu de madrugada, a mil quilômetros de Fernando de Noronha e, portanto, sob influência do fuso horário brasileiro?
2. Os restos do avião encontrado mostram que as máscaras de oxigênio não foram utilizadas; os corpos examinados indicam que a morte foi provocada por asfixia, o que reforça a não utilização das máscaras.
3. como o autor da foto poderia estar na mesma altura dos demais passageiros se todos os bancos estão voltados para frente? O dele estaria voltado para trás? Ou ele teria se ajoelhadoo sobre o seu banco e fotografado os passageiros às suas costas? Supondo que ele tivesse tempo e disposição para isso, ele teria sido sugado - pois estaria sem os cintos - antes que o homem que aparece no fundo flutuando, pois a primeira foto mostra que todos os passageiros estão com os cintos de segurança atados.
Portanto, as fotos são uma montagem grotesca.
Não se preocupe: se você se sente traído por ter acreditado na autenticidade dessas fotos, não se sinta só: elas já correm há algum tempo na internet e levaram muita gente a também acreditar nelas. Uma emissora de tv boliviana as levou ao ar... e descobriu que se tratam de cenas do seriado norte-americano Lost!
Golpe em Honduras teria sido planejado pelo Congresso com apoio de empresários

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, foi acordado de forma inesperada no último domingo (28), às cinco e meia da manhã, quando cerca de 200 soldados das Forças Armadas chegaram atirando à sua casa e desarmaram os seguranças. Foi enviado à Costa Rica e a capital hondurenha, Tegucigalpa, amanheceu cheia de militares nas ruas. O golpe de Estado foi orquestrado pelo Congresso, com apoio do setor empresarial do país e do Exército, segundo duas fontes hondurenhas, o ex-deputado Juan Antonio Hernandez e o jornalista Renan Martinez, disseram ao Opera Mundi.
Para ler a íntegra:
http://www.operamundi.net/noticias_ver.php?idConteudo=686&__akacao=154406&__akcnt=7aeaa091&__akvkey=b6a5&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim+Opera+59
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
A derrota dos Kirchner
A coalizão de centro-esquerda que apoia a presidente argentina Cristina Kirchner perdeu o controle do Congresso nas importantes eleições de meio de mandato. Até o marido de Cristina, o ex-presidente Néstor Kirchner, perdeu a disputa na província de Buenos Aires, onde concorria a uma vaga na Câmara de Deputados.
"A sociedade argentina mandou um recado ao governo", comentou o analista político Rosendo Fraga. "Ele tem de mudar de curso.
Néstor Kirshner fez um governo razoável, ajudado pela conjuntura internacional, que não é mais a mesma agora que sua mulher é sua sucessora na presidência.
Além disso, Cristina enfrentou o escândalo da mala com dólares enviadoso por Hugo Chávez para financiar sua campanha e bateu frente com os sojicultores, que personificam a classe média rural.
Confronto que se desdobrou em outra frente, pois o aumento dos impostos sobre os produtos agrícols foi repudiado pela poderosa classe média urbana. Desse confronto surgiu sua primeira derrota política: o projeto de aumento de impostos foi rejeitado pelo Congresso.
Os Krisher são vítima de seus erros, das circunstâncias e da arrogância. E, também, por não terem criado o Bolsa Família, capazes de mantê-los populares junto à camada mais baixa da populução, que cresce em proporção geométrica, enquanto a classe média vem há pelo menos duas décadas recuando, sufocada pela crise econômica crônica, de um país que se meteu num túnel e não encontra a luz.
"A sociedade argentina mandou um recado ao governo", comentou o analista político Rosendo Fraga. "Ele tem de mudar de curso.
Néstor Kirshner fez um governo razoável, ajudado pela conjuntura internacional, que não é mais a mesma agora que sua mulher é sua sucessora na presidência.
Além disso, Cristina enfrentou o escândalo da mala com dólares enviadoso por Hugo Chávez para financiar sua campanha e bateu frente com os sojicultores, que personificam a classe média rural.
Confronto que se desdobrou em outra frente, pois o aumento dos impostos sobre os produtos agrícols foi repudiado pela poderosa classe média urbana. Desse confronto surgiu sua primeira derrota política: o projeto de aumento de impostos foi rejeitado pelo Congresso.
Os Krisher são vítima de seus erros, das circunstâncias e da arrogância. E, também, por não terem criado o Bolsa Família, capazes de mantê-los populares junto à camada mais baixa da populução, que cresce em proporção geométrica, enquanto a classe média vem há pelo menos duas décadas recuando, sufocada pela crise econômica crônica, de um país que se meteu num túnel e não encontra a luz.
MP investiga Barbosa Neto
Do "Jornal de Londrina":
O prefeito Barbosa Neto (PDT) está sendo investigado pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Curitiba, sob suspeita de ter pagado funcionários do seu programa de televisão com dinheiro da Assembleia Legislativa, na época em que era deputado estadual. Há algumas semanas, os promotores de Defesa do Patrimônio Público de Londrina cumprem uma carta precatória do promotor Odoné Serrano (da capital), tomando o depoimento de 11 ex-assessores do hoje prefeito. Na sexta-feira, foram ouvidos o publicitário Renato Mantovani, que coordenou a comunicação da campanha de Barbosa Neto à Prefeitura e Assad Janani, ex-chefe de gabinete do então deputado.
E ele que passou a campanha eleitoral afirmando que o processo (e os demais a que responde, e são muitos) havia sido arquivado...
O prefeito Barbosa Neto (PDT) está sendo investigado pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Curitiba, sob suspeita de ter pagado funcionários do seu programa de televisão com dinheiro da Assembleia Legislativa, na época em que era deputado estadual. Há algumas semanas, os promotores de Defesa do Patrimônio Público de Londrina cumprem uma carta precatória do promotor Odoné Serrano (da capital), tomando o depoimento de 11 ex-assessores do hoje prefeito. Na sexta-feira, foram ouvidos o publicitário Renato Mantovani, que coordenou a comunicação da campanha de Barbosa Neto à Prefeitura e Assad Janani, ex-chefe de gabinete do então deputado.
E ele que passou a campanha eleitoral afirmando que o processo (e os demais a que responde, e são muitos) havia sido arquivado...
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